Zuckerberg anuncia recurso para namoro no Facebook

Zuckerberg anuncia recurso para namoro no Facebook

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta terça-feira (1º) que a maior rede social do mundo incluirá em breve um novo serviço de paquera.

A informação foi avançada no Facebook 8, uma conferência anual realizada pela rede social em São Francisco, na Califórnia. Koum, que criou o WhatsApp com Brian Acton em 2009 e o vendeu ao Facebook por US$ 19 bilhões em 2014, permanecia à frente do aplicativo. Nem WhatsApp, nem Facebook, nem autoridades ou a Justiça podem ler ou analisar o material de qualquer forma, o que já gerou alguns problemas jurídicos com autoridades pelo mundo inteiro.

Empresas de tecnologia estão sob forte pressão sobre como protegem os dados de consumidores, depois que o Facebook se envolveu em grande escândalo em que milhões de dados de usuários foram acessados irregularmente pela consultoria política Cambridge Analytica.

Uma das respostas ao post de Jan Koum veio do fundador do Facebook. O objetivo seria facilitar o funcionamento do WhatsApp Business.

O WhatsApp ganhará chamadas de voz e vídeo em grupo e figurinhas ("stickers"), imagens maiores que emojis e que já são populares em apps rivais, como Telegram e o Messenger, do próprio Facebook.

O assunto, no entanto, não foi abordado na mensagem de Koum postada nesta segunda (30) em seu perfil no Facebook.

It's been almost a decade since Brian and I started WhatsApp, and it's been an amazing journey with some of the best...

"Estou saindo em um momento em que as pessoas estão usando o WhatsApp de formas que nunca imaginei". No entanto a debandada de elementos importantes da equipa dá a entender que as coisas estão bem mais complicadas do que seria de prever.

Essa última parte do comentário de Zuckerberg parece ser direcionada especialmente à matéria do Washington Post, que lista uma série de desentendimentos entre Facebook e WhatsApp.

Vale lembrar que agora, com a saída de Koum, o WhatsApp não tem mais nenhum de seus cofundadores no Facebook. Diante do recente escândalo da Cambridge Analytica, Acton se tornou uma das vozes a apoiar o movimento de boicote #DeleteFacebook.

Artigos relacionados