Taxa de desemprego no Alentejo abaixo da média nacional

Taxa de desemprego no Alentejo abaixo da média nacional

A taxa de subutilização do trabalho foi 15,2%.

O aumento da população empregada verificou-se particularmente no setor dos serviços (mais 34,2 mil do que no trimestre anterior e mais 106,2 mil em termos homólogos).

De acordo com o documento divulgado esta quarta-feira (9 de maio), o Alentejo é uma das três regiões do país que está abaixo da média nacional neste indicador, situada em 7,9%.

A população desempregada, estimada em 410,1 mil pessoas, diminuiu 2,8% (menos 11,9 mil) face ao trimestre anterior, prosseguindo os decréscimos trimestrais observados desde o 2.º trimestre de 2016.

De acordo com o INE, em relação ao trimestre anterior, à semelhança do sucedido globalmente para Portugal, a taxa de desemprego diminuiu no Alentejo (0,6 p.p.) e no Norte (1,2 p.p.), tendo aumentado nas restantes cinco regiões do país: Região Autónoma dos Açores (0,6 p.p.), Centro e Área Metropolitana de Lisboa (0,4 p.p. em ambas), Algarve (0,3 p.p.) e Região Autónoma da Madeira (0,2 p.p.).

A população empregada, estimada em 4.806,7 mil pessoas, registou uma variação trimestral relativa quase nula, com um ligeiro acréscimo de 1,8 mil pessoas, e um aumento homólogo de 3,2% (mais 148,6 mil indivíduos).

A taxa de desemprego dos homens (7,6%) para este período é inferior aos números para as mulheres (8,1%).

A taxa de desemprego dos jovens, entre os 15 e os 24 anos, registou no primeiro trimestre de 2018 o seu valor mais baixo desde 2011, início da atual série estatística do INE: 15,2%.

Estes dados do INE consideram a população a partir dos 15 anos e os valores não são ajustados de sazonalidade.

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