Piauí notifica 15 casos de influenza H1N1, segundo Saúde

Piauí notifica 15 casos de influenza H1N1, segundo Saúde

Na manhã dessa segunda-feira (7), o G1 apurou que as doses da vacina contra gripe (Influenza tipo B e A H1N1 e A H3N2) estavam em falta em alguns pontos de saúde e que não havia estoque para repor o medicamento.

Os profissionais de saúde devem orientar todos os pacientes com síndrome gripal para retornar ao serviço de saúde em caso de piora do quadro clínico; realizar classificação de risco e manejo clínico adequado seguindo o preconizado pelo Ministério da Saúde; monitorar todos os casos com sintomas de SRAG internos e em UTI; nos casos de surtos, a vigilância epidemiológica local deverá ser prontamente notificada /informada, como também a SES; realizar ações voltadas para Educação em Saúde com as instituições e comunidades em que atuam, de forma que cada indivíduo tenha conhecimento sobre as principais medidas de precaução e controle de infecção. "Os outros casos que ainda estão internados estão estáveis, em recuperação e no caminho de voltar pra casa", informou Amariles. Em relação às fatalidades em Goiás, as cidades que tiveram mortes confirmadas foram: Goiânia (14), Trindade (3), Aragoiânia (1), Araguapaz (1), Rialma (1), Formosa (1), Silvânia (1), Hidrolândia (1), Campo Alegre de Goiás (1), Anápolis (1), Carmo do Rio Verde (1), Morrinhos (2), Palmeiras de Goiás (1), Rio Verde (4), Jaupaci (1), Aparecida de Goiânia (1) e Jataí (1). Um motorista da Sesapi de 52 anos morreu no último dia 30 de maio e foi enterrado com o caixão fechado, por conta do vírus H1N1. Durante o dia de hoje (08), as demais salas de vacina da capital estão sendo reabastecidas. O objetivo do Dia D, que vai acontecer em todo o país, é intensificar a vacinação contra a gripe.

Em Três Lagoas, conforme dados da SMS, em 2018, foram notificados seis casos de Gripe Influenza - A, sendo dois confirmados, mas ainda não subtipados, e um óbito. Serão vacinados indivíduos com 60 anos ou mais; crianças de seis meses a menores de cinco anos; gestantes e puérperas (até 45 anos dias após o parto); trabalhadores da saúde; professores; portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

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