MS lança campanha de vacinação contra HPV e Meningite C

MS lança campanha de vacinação contra HPV e Meningite C

O Ministério da Saúde calcula que esta forma da doença é a mais prevalente entre as meningites bacterianas.

Desde o início de 2017, a vacinação contra o HPV (papiloma vírus humano), contempla o calendário de vacinas das meninas de 9 a 14 anos e de meninos de 11 a 14 anos.

"10/9/2014 -".teve até o desfile de um mendigo novo, supostamente drogado, que andou pelo centro, o quarteirão fechado da rua Simeão Ribeiro, completamente nu, exibindo-se". O objetivo da imunização é o de prevenir o câncer do colo do útero, os cânceres de pênis, cânceres de boca, orofaringe, além de verrugas genitais tanto nos meninos quanto nas meninas. "A campanha é importante para alertar as pessoas s obre a necessidade da vacinação, esclarecendo o que é mito e boato, e informações verdadeiras, baseadas em estudos científicos", observou a coordenadora.

Maragareth de La Puente, coordenadora de Imunização, explica que as vacinas deverão ser ministradas em duas doses com intervalo de seis meses.

Para o ministério, pesam nesse cenário tanto mitos e boatos disseminados sobre a vacina quanto a dificuldade em imunizar adolescentes. O estudo entrevistou 7.586 pessoas nas capitais do país.

MENINGOCÓCICA C - Desde ano passado, já foram vacinados 32% do público-alvo da campanha.

A vacinação contra o HPV tem apresentado baixa adesão.

O estudo indica ainda que 16,1% dos jovens tem uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) prévia ou apresentaram resultado positivo no teste rápido para HIV ou sífilis. Para este ano, foram adquiridas 15 milhões de doses da vacina contra meninigite. A meta é vacinar 80% do público-alvo. O esquema vacinal para esse público será de um reforço ou uma dose única, conforme a situação vacinal. "Além de proporcionar proteção direta, alcançará o efeito protetor da imunidade coletiva a grupos não vacinados", informa Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS. Recentes pesquisas constatam a ausência de anticorpos protetores poucos anos após a vacinação de lactentes e crianças mais novas. Segundo ele, ainda não há previsão de vacinação contra a doença para toda a população do país. Tudo isso para reduzir os casos de câncer de colo de útero, que é o terceiro tipo de câncer mais comum em mulheres e quarta causa de óbito por câncer no país.

O Ministério da Saúde enviou ao Ministério da Educação material informativo sobre as doenças. A proposta consiste em estimular os professores a conversar com alunos e familiares sobre o tema. O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina HPV para meninos em programas nacionais de imunizações.

Segundo ele, a pasta pretende fazer uma nova tentativa de retomar a parceria com as escolas para ofertar a vacinação. "Nesta campanha, vamos pedir ao MEC que solicite às escolas o envio ao Ministério da Saúde da programação de vacinação em cada unidade escolar", explicou o ministro.

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