Venda de máquinas agrícolas cresce 1,5% em 2017 ante 2016, diz Anfavea

Venda de máquinas agrícolas cresce 1,5% em 2017 ante 2016, diz Anfavea

No ano passado, as compras de veículos leves feitas por empresas somaram 868,6 mil unidades, expansão de 27,9% em relação ao ano anterior.

Por segmento, as vendas dos chamados veículos leves, que somam os automóveis e comerciais leves e representam mais de 90% do mercado total, tiveram alta de 9,4% em 2017 ante 2016, para 2,175 milhões de unidades.

Portanto, quem sustentou a alta do mercado de veículos leves em 2017, que cresceu 9,3%, foi o canal da "venda direta", categoria que recebe este nome porque se trata de uma venda feita diretamente pela fabricante para o consumidor final, que em geral é uma pessoa jurídica, como locadoras, frotistas e produtores rurais. Em dezembro, foram 1,3 mil unidades exportadas, expansão de 39,1% em relação a igual mês do ano anterior. Já no mês de dezembro, as 204.852 unidades licenciadas representaram crescimento de 3,85% para os segmentos, se comparados ao mês de novembro, com197.254 unidades. Em 2016, a venda de veículos novos caiu 26,8% no Amazonas.

"A soma dos fatores positivos e a entrada dos recursos do 13º terceiro no orçamento das famílias fortaleceram o sentimento de confiança e a expectativa dos consumidores, que foram às concessionárias comprar seu automóvel 0 km", comenta Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.

Apesar de ter voltado a crescer, o mercado de veículos ainda está longe de retornar aos volumes que registrava antes da crise econômica.

A expectativa da federação é de manutenção do clima favorável às vendas, registrando novo ciclo de crescimento, podendo alcançar 10,3% em relação ao ano passado, somados todos os segmentos.

O segmento comercial leve, que inclui as pickups e furgões, foi o que obteve o melhor resultado no ano com crescimento de 29,36% enquanto automóveis teve alta de 20,77%, no mesmo período.

A entidade também projetou crescimento de 8,6 por cento nas vendas de caminhões e ônibus novos no Brasil este ano, para 72,9 mil unidades. Para tratores, a previsão é de alta de 5,1% e para colheitadeiras, de 5,4%.

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