Produção industrial da zona do euro surpreende e cresce 1% em novembro

Produção industrial da zona do euro surpreende e cresce 1% em novembro

O crescimento da produção industrial foi de 1,0% em novembro ante o mês anterior e 3,2% em comparação a igual período de 2016.

Em novembro, a produção de máquinas e equipamentos no bloco monetário avançou 6,2% em comparação ao mesmo mês do ano anterior, em sinal de que o aumento dos investimentos das empresas contribuiu para que a zona do euro tivesse, no ano passado, a maior expansão econômica desde 2007. Quando analisado o crescimento da indústria no resultado acumulado de 2017, frente ao período janeiro/ novembro de 2016, houve avanços acima da média nacional no Estado (2,4%). A produção industrial do Amazonas cresceu 0,6%, em novembro de 2017, frente a igual mês do ano anterior, com apenas quatro das dez atividades pesquisadas assinalando aumento na produção.

Santa Catarina (8%), São Paulo (7,1%), Rio de Janeiro (5,6%), Ceará (3,5%), Paraná (3,2%), Mato Grosso (3,1%), Região Nordeste (2,5%), Minas Gerais (2,5%), Pernambuco (2,1%), Espírito Santo (1,7%), Bahia (0,8%) e Amazonas (0,6%) ficam na sequência.

O Rio Grande do Sul, com alta de 1,4%, Pará (1,1%), São Paulo (0,7%) e Região Nordeste (0,2%) completaram o conjunto de locais com índices positivos em novembro, sendo que os três primeiros fecharam com resultados maiores que a média nacional.

A Bahia, com queda de 2,7%, teve o recuo mais intenso no índice acumulado no ano, pressionada pela queda nos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis. Já no Pará, as grandes responsáveis pelo avanço foram as indústrias extrativas de minério. As demais taxas negativas foram no Paraná (-0,9%), Goiás (-0,6%) e Santa Catarina (-0,1%). Importante ressaltar também os resultados negativos assinalados por Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-63,3%), Celulose, papel e produtos de papel (-2,1%), Produtos químicos (-0,3%), e Bebidas (-0,6%). Já no acumulado dos últimos 12 meses, o País cresceu 2,2% - a maior alta desde setembro de 2013 (2,3%), sendo que a produção industrial no RS ficou abaixo da média nacional, com alta de 0,8%.

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