Produção industrial cresce 0,2% em novembro, segundo o IBGE

Produção industrial cresce 0,2% em novembro, segundo o IBGE

Entre os onze ramos que reduziram a produção em novembro ante outubro, o setor de bebidas (-5,7%) teve o principal impacto negativo sobre a média global da indústria. Foi a sétima taxa positiva consecutiva nessa base de comparação e a maior para novembro desde 2010, quando o avanço havia sido de 5,3%.

Entre as grandes categorias econômicas, as principais responsáveis pela inflação de novembro foram os bens intermediários, ou seja, os insumos industriais para o setor produtivo e os bens de capital, que são as máquinas e equipamentos. Isso sugere, segundo Macedo, que a indústria brasileira tem se recuperado, embora com lentidão.

Celulose, papel e produtos de papel: 2,3%. Os setores de maior influência foram refino de petróleo e produtos de álcool (2,06 p.p.), alimentos (-1,51 p.p.), metalurgia (1,13 p.p.) e indústrias extrativas (0,85 p.p.). No último caso, o resultado foi influenciado em 0,33 p.p. pelos produtos de bens de consumo duráveis e -0,10 p.p. pelos bens de consumo semiduráveis e não duráveis. O indicador acumulado no ano permaneceu positivo (6,65%), contra 10,17% em outubro. Frente a novembro de 2016, houve alta de 4,2%. O acumulado no ano foi de 10,59%, e, nos últimos 12 meses, 10,77%, com ambos os resultados como os terceiros maiores entre os setores da indústria de transformação. E, em 12 meses, a alta é de 6,5%. No ano, registra alta de 1,4%.

Metalurgia: alta de 3,08%, na comparação com outubro de 2017, a oitava no ano.

Resultados da indústria indicam ‘recuperação lenta e gradual’ do setor aponta IBGE
Resultados da indústria indicam ‘recuperação lenta e gradual’ do setor aponta IBGE

"Alumínio não ligado em formas brutas", "lingotes, blocos, tarugos/placas de aços ao carbono", "arames e fios de aço ao carbono" e "vergalhões de aço ao carbono" foram os produtos que mais influenciaram o resultado do índice na comparação com outubro de 2017.

Na passagem de outubro para novembro, a indústria nacional registrou variação positiva de 0,2%, mantendo o ritmo de crescimento observado em setembro e outubro.

Após acumular uma queda no faturamento em torno de 40% no período de 2015 a 2016, a indústria mecânica mineira voltou a enxergar em 2017 uma possibilidade de retomada do.

Veículos automotores, reboques e carrocerias: -0,7%.

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