Osasco registra 1ª morte por febre amarela

Osasco registra 1ª morte por febre amarela

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro confirmou nessa segunda-feira (15) a ocorrência de mais dois casos de febre amarela em humanos no território fluminense. A auditora Keli Braga mora em Diadema, no ABC Paulista, onde não é considerado área de risco, mas pretende aproveitar o descanso do Carnaval, numa chácara, próxima a Mairiporã, em que a recomendação da vacina tem sido obrigatória, após a morte de macacos silvestres. "Os agentes comunitários de saúde têm papel importante na criação do vínculo e nas relações de confiança com a população, pois fazem parte da comunidade e estão diariamente na rotina do município", diz. Por meio de uma parceria com o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil, o município contará com equipes que farão a busca ativa de pacientes que ainda não estão imunizados, especialmente nas áreas rurais, já que trata-se de um vírus silvestre. A campanha de vacinação permanece. A estimativa da Secretaria estadual de Saúde é de que mais de oito milhões de pessoas, de um total 14 milhões (público alvo) ainda não foram vacinadas.

"Todos os trabalhadores do local tinham tomado vacina desde a campanha que fizemos no ano passado". "Também será verificada a situação vacinal da população da região, para que aqueles que ainda não se vacinaram sejam orientados a procurar o Centro de Saúde para receber a dose da vacina contra a doença", completou a pasta por meio de nota. Outras quatro pessoas teriam morrido no Hospital Eduardo de Menezes, na capital, com indícios da doença, sendo duas oriundas de Caeté, na região metropolitana, e duas de Mariana, na região Central.

Ainda nesta terça, o governo de São Paulo anunciou que a vacinação fracionada contra a febre amarela em 54 municípios do estado será antecipada para o dia 29 de janeiro.

Desde julho do ano passado, 92 municípios do Estado entraram para a zona de recomendação da vacina. Diante disso, o número de óbitos atribuídos à doença desde o fim do ano passado subiu para 11. Quando o homem infectado volta para a cidade e é picado novamente pelo Aedes aegypti, esse mosquito pode transmitir a doença para outras pessoas, iniciando o ciclo urbano da febre amarela.

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