Investigadores não encontraram sinais de sabotagem em avião de Teori

Investigadores não encontraram sinais de sabotagem em avião de Teori

Segovia vai compartilhar detalhes da apuração com a ministra do STF.

O diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, vai se encontrar com a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, às 10h30 (9h30 em Fortaleza) de amanhã para tratar do andamento da investigação sobre o acidente aéreo que matou o ministro Teori Zavascki e outras quatro pessoas, em janeiro de 2017. A tragédia ocorreu há cerca de um ano atrás, em janeiro do ano passado.

Aspectos como destroços do avião, motor, informações do tráfego aéreo, análise das gravações feitas por um aparelho recuperado após a queda são alguns dos pontos que foram analisados por mais de 15 peritos da PF de Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

De acordo com as investigações, não foram encontrados vestígios de qualquer falha que pudesse ter sido evitada antes da decolagem da aeronave.

Desde o dia da queda, os motivos do acidente são investigados pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica (Cenipa) e pela PF de Angra dos Reis. A pericia, com o intuito de dirimir todas as dúvidas, realizou ainda, exames nos corpos do piloto, do ministro e das outras vítimas, de modo que o inquérito aberto pudesse descartar qualquer tipo de anormalidade que ocasionasse o trágico acidente. A PF também não vê sabotagem no interior do avião como explosões ou incêndio interno como causa do acidente. Além de Teori Zavascki, morreram no acidente o dono do avião, empresário Carlos Alberto Filgueiras, a massoterapeuta Maíra Panas, sua mãe, Maria Hilda Panas Helatczuk e o piloto da aeronave, Osmar Rodrigues.

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