Funkeiro criticado por apologia ao estupro está despreocupado, diz amigo

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"Se sua música é baixa ao ponto de me tornar um objeto despejado na rua ela não me serve, não me representa".

Em nota oficial divulgada pela plataforma de streaming depois da repercussão do caso informa que, "o catálogo do Spotify é abastecido por centenas de milhares de gravadoras, artistas e distribuidoras em todo o mundo".

Apesar da polêmica, MC Diguinho marcou para a noite desta quarta-feira (17) o lançamento do clipe da música. Ele ainda não se pronunciou sobre a situação. Por meio de assessoria, o Spotify informou que recebeu diversas denúncias e entrou em contato com a gravadora, que prometeu retirar a música da plataforma nas próximas horas - algo que se concretizou, pois a canção não está mais disponível.

Na Vice, Amanda Cavalcanti lembra que 'Surubinha de Leve' não é a primeira letra de funk acusada de ser problemática.

Nas redes sociais, os comentários estão divididos.

"Brota e convoca as tchucas/ Mais tarde tem fervo, hoje vai rolar suruba / surubinha de leve com essas minas malucas/ Taca a bebida, depois taca e fica / Mas não abandona na rua / surubinha de leve com essas minas, de leve", diz a nova letra.

Em respeito a tudo isso a música será lançada na versão light sem mais.

Posts no Twitter e no Facebook têm desde uma versão em resposta aos versos ofensivos, até fotos de protesto e mesmo pedidos para que ela fosse retirada tanto do aplicativo de música, como outros meios, como YouTube. Com a visibilidade, vieram também as críticas, pois a música sugere que as mulheres sejam embriagadas como prerrogativa para o sexo. Sua música gera a próxima desculpa.

A postagem já teve quase 90 mil compartilhamentos, em menos de 24 horas e 22 mil curtidas.

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