União Europeia adota sanções contra a Venezuela

União Europeia adota sanções contra a Venezuela

A União Europeia adotou um conjunto de restrições ainda limitado, mas direcionadas a alvos concretos, nomeadamente "um embargo de armas e de venda de material, que possa ser usado em contexto de repressão policial e ainda o quadro regulamentar de eventuais sanções, como interdição de viajar para a UE ou congelamento dos bens relativos a pessoas" que nesta fase ainda não são identificadas. "Estas compreendem embargo de armas e equipamento respectivo, que poderia vir a ser utilizado em repressões internas", diz-se em um comunicado dos chefes da diplomacia dos países-membros da UE.

"Hoje, o Conselho decidiu por unanimidade aplicar medidas restritivas, sublinhando sua preocupação quanto à situação no país".

"A responsabilidade primeira para por termo à crise na Venezuela cabe ao país".

Os ministros do Exterior do bloco europeu anunciaram as medidas em reunião em Bruxelas.

"Portugal, como é seu timbre, participou para a formação do consenso da União Europeia".

Em cima da mesa fica a possibilidade da União Europeia avançar com sanções contra personalidades ligadas ao regime venezuelano.

Há cerca de 500 mil portugueses e lusodescendentes na Venezuela, uma comunidade muito ligada ao comércio.

Artigos relacionados