"Todos ou quase todos vão jogar" — Fernando Santos

Fernando Santos reafirmou ainda que os objetivos da equipa das quinas no campeonato do Mundo. Isto porque, segundo o técnico, há "uns 40 jogadores que podem estar no Mundial". É bom sinal, é sinal da qualidade do jogador português. E lança uma mensagem aos mais afetados pelos fogos: "Esse aspeto solidário é sempre algo muito importante".

"É um grupo muito coeso e deram a resposta que esperava, fizeram um excelente jogo". Se não acreditasse neles não estariam aqui.

Fernando Santos elogiou, em conferência de imprensa, as características de Gonçalo Guedes, considerando que o extremo emprestado pelo PSG ao Valencia é sempre um elemento a levar em conta quando se fala da lista final para a Rússia. "Foram escolhidos nessa base". Um é do futebol asiático, de um futebol que conhecemos menos e que podemos defrontar no Mundial. E outro que vem do Norte da América, com um futebol distinto. "O que eu disse é que não iam jogar equipas diferentes".

"Os EUA são uma equipa com um jogo mais objetivo, mais rápido, tem jogadores com boa qualidade técnica, que promovem o jogo rápido". São rápidos e objectivos.

E, com tantas novidades na convocatória e tão pouco tempo de treino para fazer que os novos jogadores assimilem ideias, o selecionador confessa que "o trabalho de interiorização da matriz de jogo da equipa é feito essencialmente através das conversas".

Quanto ao "onze" que apresentará na terça-feira perante os EUA, Fernando Santos admitiu que poderá haver alterações.

"Damos as nossas condolências às famílias das vítimas e é uma honra disputarmos um jogo que gera apoio às pessoas afetadas", diz um dos jogadores. Mas isso não quer dizer que a equipa que jogou em Viseu vai jogar amanhã. Não tenho nenhum compromisso para que joguem todos, mas se tiver oportunidade vão jogar todos ou muito perto de todos, se o jogo não o permitir não acontecerá. "Temos de ter muita atenção, mas, estando Portugal ao seu nível e com a criatividade dos jogadores, podemos fazer um bom jogo e vencer", realçou o selecionador nacional, a quem a história dá razão.

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