Na Coreia do Sul, Trump modera tom contra Pyongyang

Na Coreia do Sul, Trump modera tom contra Pyongyang

O governo de Kim Jong-un troca ameaças verbais com a administração Trump.

"Vamos abatê-los se necessário e, nesses casos, o Japão e os Estados Unidos vão cooperar de forma estreita", declarou Abe.

O Presidente americano advertiu o líder da Coreia do Norte que qualquer acção provocadora de Pyongyang será um "erro de cálculo fatal" e pediu para que não subestime a sua Administração.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acompanhado por sua esposa Melania, chegou nesta quarta-feira (8) a Pequim (China), onde realizará uma visita de Estado destinada a melhorar os laços entre as duas potências mundiais. Além disso, o líder norte-americano afirmou que não tem nenhum desejo de "usar a força". "Tudo tem solução", garantiu.

A Coreia do Norte também testou vários mísseis aparentemente capazes de atingir parte do território norte-americano.

"Acredito que estamos fazendo muitos progressos".

"Ele realmente está bastante frustrado", disse a secretária de imprensa Sarah Huckabee Sanders sobre Trump.

Moon Jae-in tinha afirmado, antes das palavras públicas de Trump, que os dois tiveram algumas negociações sobre a questão norte-coreana, e que acordaram aumentar o número de forças militares aliadas na região.

"As armas que estão a adquirir não fazem de vocês mais seguros, estão colocando o vosso regime em grave perigo", disse Trump no que ele chamou de uma mensagem "directa" para Kim.

Em seu discurso, Trump ainda falou da cooperação entre o seu país e a Coreia do Sul durante a Guerra da Coreia e abordou os contrastes entre o norte e o sul - exaltando a sociedade sul-coreana e abordando a miséria, o trabalho forçado e as arbitrariedades do regime do norte. De lá seguirá para o Vietnã, onde deve se reunir com o presidente russo, Vladimir Putin.

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