Grêmio vence, se mantém na briga pelo título e afunda Ponte Preta

Grêmio vence, se mantém na briga pelo título e afunda Ponte Preta

Com o resultado conquistado com um time misto, o Grêmio chega aos 57 pontos. A partida vai ocorrer na Serra Gaúcha devido ao show de uma banda de música pop que vai ocorrer na Arena do Grêmio no fim de semana. A primeira boa chegada foi dos donos da casa com apenas 1 minuto. Na extrema esquerda, o garoto Éverton recebeu oportunidade de sair jogando.

A missão da Ponte Preta no jogo ficou mais difícil bem cedo. O time gaúcho mantinha a posse de bola, mas não conseguia furar a retranca da Ponte. Sem exitar, o árbitro Sandro Meira Ricci expulsou o jogador da Ponte Preta. De perna direita, colocou na área, Michel subiu, mas dividiu com adversário e foi marcado falta a favor da Ponte Preta. O jogo ficou morno e com poucas chances para os dois lados. O cruzamento saiu bom, mas foi desperdiçado por Jael, que errou o cabeceio. A etapa inicial se encerrou de maneira equilibrada, no entanto, o Tricolor não soube aproveitar a vantagem numérica. Com isso, o jovem Emerson deve assumir a posição na direita. Na sequência, Elton finalizou à queima-roupa e o goleiro salvou o Grêmio com outra defesaça.

O Grêmio abriu o marcador no lance seguinte. Jael acionou Léo Moura pela direita. Com os jogadores nervosos, a equipe alvinegra abusava das faltas.

O único gol da noite saiu depois de belo contra-ataque da equipe visitante.

Atacantes: Beto da Silva, Everton, Fernandinho e Jael.

Ao primeiro sinal de excesso, começou o confronto. Em cobrança de falta, Rodrigo soltou uma bomba do meio da rua e obrigou Grohe a espalmar para escanteio. Jogou a Ponte para frente e até conseguiu pressionar o Grêmio. Aos 30, Lucca chutou forte e Grohe evitou o gol. Porém, o goleiro Marcelo Grohe defendeu. Depois, trabalhou novamente na cabeçada de Rodrigo. Desfalcado, a Macaca apostava nos contra-ataques. Grohe já estava batido, mas Bressan apareceu para afastar o perigo. Everton tocou para Fernandinho, que mandou para fora. A aglomeração na porta dos vestiários ainda era grande 15 minutos após o apito final, tanto de pessoas que cobravam a equipe, como de quem aguardava para não correr o risco de se ferir em meio à confusão.

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