Carrilho condenado a quatro anos e meio de cadeia suspensos

Carrilho condenado a quatro anos e meio de cadeia suspensos

Manuel Maria Carrilho usou as notícias do "alcoolismo" de Bárbara Guimarães como argumento para uma providência cautelar, na qual exige a guarda provisória, mas "com urgência", da filha Carlota. O Tribunal deu ainda como provado o crime de denúncia caluniosa e obriga o arguido a frequentar um programa da Direção Geral de Saúde de prevenção da violência doméstica.

No final da sessão, o advogado do ex-ministro socialista disse aos jornalistas que ia recorrer da decisão.

O caso que deu origem a este processo remonta à madrugada de 21 de maio de 2014. O ex-governante está também proibido de contactar com a ex-mulher.

O ex-ministro estava em tribunal, acusado de violência doméstica e difamação contra a mãe de dois dos seus filhos.

"Estou muito tranquilo. O tempo tem-me dado razão, são processos difíceis".

Manuel Maria Carrilho foi, esta terça-feira, condenado a quatro anos e seis meses de prisão com pena suspensa pelos crimes de violência doméstica, ameaça, ofensas à integridade física e injúrias contra Bárbara Guimarães, o empresário Ernesto "Kiki" Neves, ex-namorado da apresentadora, e um amigo, Ricardo Pereira, avança o Observador (veja as datas decisivas até à condenação na galeria de imagens acima).

Artigos relacionados