Trump ameaça 'destruir totalmente' a Coreia do Norte

Trump ameaça 'destruir totalmente' a Coreia do Norte

Em seu primeiro discurso na ONU, Trump aproveitou para deixar clara a sua vontade de levar em conta as necessidade dos Estados Unidos acima de qualquer decisão tomada pela organização.

Após seu discurso, Temer se reuniu com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e com o presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi.

Um burburinho tomou conta do plenário da Assembleia Geral da ONU quando Trump fez seu alerta mais severo até agora à Coreia do Norte, cujos recentes lançamentos de mísseis e testes nucleares têm preocupado o mundo.

Trump disse ainda que a busca da Coreia do Norte por armamento nuclear é irresponsável e ameaça o mundo inteiro com uma perda "impensável da vida humana".

Nova York - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em seu discurso na Assembleia Geral da ONU que o regime de Cuba é "corrupto e desestabilizador" e reiterou.

O presidente também reservou críticas ao governo de Nicolás Maduro, na Venezuela, que disse ter "destruído uma nação por meio de uma ideologia fracassada que trouxe pobreza a todos os lugares onde foi implementada".

Netanyahu prometeu nesta terça-feira combater a "cortina iraniana" que desce sobre o Oriente Médio, e prometeu não permitir que Teerã estabeleça uma presença permanente na Síria.

O relatório também explicou que o Pentágono planeia enviar um porta-aviões nuclear e o grupo de ataque para participar em manobras com as Forças Navais sul-coreanas em outubro, apesar de porta-vozes das Forças Armadas dos Estados Unidos na Coreia do Sul e do Comando do Pacífico terem afirmado que o destacamento não está confirmado.

Pelo Twitter, o chanceler do Irã, Mohammad Javad Zarif, declarou que o discurso de Trump "não merece resposta". Seu rechaço ao multilateralismo teve a mais contundente manifestação com sua decisão de abandonar o Acordo de Paris sobre mudança climática.

"Nosso compromisso sobre a não proliferação permitiu obter um acordo sólido, firme, que permite verificar que o Irã não se dote de uma arma nuclear".

E a mensagem não podia ter sido mais clara e forte, e em linha com as promessas que o fizeram chegar à Casa Branca: a sua América está em primeiro lugar e não está interessada em exportar a democracia; em vez disso, Trump defende que a paz só pode triunfar num mundo que respeita vários sistemas políticos e em que o denominador comum é o patriotismo. "Não podemos ficar de fora e observar".

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