Trump aconselha: 'Saia da frente do furacão Irma'

Trump aconselha: 'Saia da frente do furacão Irma'

Numa altura em que os cientistas debatem a influência das alterações climáticas na frequência e intensidade dos furacões e discutem se este é o novo normal, depois de dois ciclones descritos como "sem precedentes", o Harvey e o Irma, a comunidade científica tem questionado a decisão de Trump de retirar os EUA do Acordo de Paris, para combater as alterações climáticas, tendo o presidente norte-americano dito várias vezes que não acredita no aquecimento global.

"Parece que Irma será um (furacão) realmente mau". Estamos em constante contacto com os funcionários estatais e locais. "Faremos todo o possível para salvar vidas e apoiar os necessitados", apontou Trump.

Trump e sua mulher, Melania, passam este fim de semana em Camp David com todo o gabinete para abordar as prioridades do Governo e acompanhar a evolução da chegada à Florida do Irma, o mais potente furacão registado até ao presente no Atlântico.

Os alertas do chefe da Casa Branca foram ainda reforçados pela mensagem do governador da Florida, Rick Scott, que referiu que as pessoas que receberam ordem de retirada devem fazê-lo de imediato.

Uma das muitas propriedades do presidente norte-americano, Donald Trump, conhecido com um magnata do imobiliário antes de se dedicar à política, ficou diretamente no caminho do furacão Irma.

A empresa disse esperar que milhões de pessoas fiquem sem energia, com algumas áreas a sofrerem cortes prolongados.

O furacão, que provocou até agora pelo menos 19 mortos, deverá atingir esta sexta-feira as ilhas de Cuba e das Bahamas. Ameaça agora costa sudoeste da Florida, nos Estados Unidos.

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