Coreia do Norte dispara outro míssil que sobrevoa o Japão

Coreia do Norte dispara outro míssil que sobrevoa o Japão

De acordo com a TV, o lançamento ocorreu por volta das 7h dessa sexta-feira (15) - por volta das 19h desta quinta-feira (14) no horário de Brasília. Depois de uma reunião do Conselho de Segurança Nacional em Seul, o representante presidencial Park Su-hyun disse que Moon também exigiu uma preparação mais rigorosa que cobrisse a eventualidade de existir um ataque químico ou biológico.

"Temos que fazer a Coreia do Norte entender que, se continuar por este caminho, não terá um bom futuro", disse Abe.

O chefe do gabinete japonês, Yoshihide Suga, denunciou o último lançamento, dizendo que ele está transmitindo "forte irritação", ao lado do povo japonês.

A Casa Branca revelou que o Presidente americano Donald Trump, foi informado sobre o lançamento.

"A China fornece à Coreia do Norte a maior parte de seu petróleo".

"A China e a Rússia devem demonstrar sua intolerância em relação a esses imprudentes lançamentos de mísseis, por meio de ações diretas", completou.

A Coreia do Norte lançou hoje um míssil que sobrevoou o norte do Japão, anunciou o governo de Tóquio logo após o disparo, que não provocou danos, ter sido detetado. Ele teria percorrido uma distância de 2.700 km a uma altitude de aproximadamente 550 km.

O Japão já condenou o disparo do míssil norte-coreano, que considerou ser uma "provocação intolerável".

Os 28 países do bloco aplicam todas as resoluções das Nações Unidas adotadas em resposta aos programas nucleares, de armas nucleares, de novas armas de destruição em massa e de mísseis balísticos do regime liderado por Kim Jong-un.

O general afirmou que apesar de ele não estar em posição de confirmar o teste, ele presume que o tamanho da explosão ocasionada, entre outros fatores, leva a crer que se tratou de uma bomba de hidrogênio, o que seria um salto muito além dos testes atômicos realizados pela Coreia do Norte anteriormente.

A ONU aprovou na segunda-feira o oitavo pacote de sanções contra a Coreia do Norte, destinadas a isolar economicamente o país em resposta ao sexto ensaio nuclear conduzido até à data, realizado a 3 de Setembro.

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