China condena último lançamento de míssil pela Coreia do Norte

China condena último lançamento de míssil pela Coreia do Norte

A China é o principal aliado diplomático e maior parceiro comercial da Coreia do Norte.

A reunião ocorrerá depois de o regime de Kim Jong-un ter lançado um novo míssil que sobrevoou o norte do Japão e caiu no Oceano Pacífico, segundo informações divulgadas pelos governos dos EUA, do Japão e da Coreia do Sul.

Segundo a imprensa local, o teste teria sido feito a partir de uma base próxima à capital, Pyongyang.

A Coreia do Norte "redobrará esforços para incrementar seu poderio e proteger a soberania nacional e o direito a existir", acrescentou a chancelaria.

Condenando o lançamento de mais um míssil balístico pela Coreia do Norte, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que os líderes do país asiático interrompessem tais atividades e explorassem a retomada de um diálogo sincero sobre a desnuclearização.

Após analisar o disparo, Tóquio concluiu que se tratou de um míssil de alcance médio Hwasong-12, o mesmo modelo que a Coreia do Norte disparou no passado dia 29 de agosto e também sobrevoou território japonês, o que aconteceu pela primeira vez desde 2009.

"O Conselho de Segurança da ONU é composto por países sem princípios e, em consequência, uma ferramenta tão inútil deve ser dissolvida imediatamente", diz o comunicado da KCNA.

Pyongyang afirmou ter testado com sucesso uma bomba de hidrogénio, conhecida como 'bomba H', miniaturizada o suficiente para poder ser colocada num míssil.

Por causa do teste nuclear realizado pela Coreia do Norte no último dia 3 de setembro, o mais potente até agora, o Conselho de Segurança impôs na segunda-feira passada novas sanções que buscam pressionar setores chave da economia do país.

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