Valdir Espinosa é demitido da coordenação técnica do Grêmio

Valdir Espinosa é demitido da coordenação técnica do Grêmio

O comunicado foi feito pelo Odorico (Roman, vice de futebol). "O Grêmio agradece os serviços prestados até aqui e deseja êxito na sequência de sua trajetória profissional". "Não sei se por ciúme, por ser um campeão da Libertadores e do mundo, mas foi o que aconteceu", disse Espinosa. A diretoria não estava satisfeita com o trabalho do coordenador, que ganhava um salário relativalmente alto, acima dos R$ 50 mil, para exercer poucas funções decisivas dentro do futebol. Ele não podia dizer nada. Não sei se vou falar hoje com ele. Ele contou que não participava das reuniões que eram feitas de "portas fechadas", e que não era comunicado quando não participaria das viagens com a equipe principal.

Por que a base gerou atrito? No entanto, o treinador afastou qualquer chance de crise no Grêmio e tergiversou seu conhecimento do processo de saída do profissional.

Espinosa foi contratado no meio do ano passado e fazia parte da comissão técnica do Grêmio.

"Tínhamos uma programação de um trabalho na base para fomento de bons jogadores". A base é o setor mais importante para um clube, não só esportivamente, na parte financeira, também. Ele (Espinosa) se sentia desconfortável com isso. "Fui mandado embora. Houve uma série de coisas e espero que seja dita a verdade", afirmou. Ainda assim, ele não demonstrou insatisfação com a postura da diretoria em demitir Espinosa, a quem Renato relembrou todo o carinho e amizade que ainda mantém.

"Sem dúvida alguma, fiquei triste". Só que tem coisas no clube que não cabem ao Renato decidir. Decido o grupo, em campo. No clube há hierarquia. A função natural dele era com o time profissional.

Em um primeiro momento, não.

Ele reclamou que estava se sentindo de lado no clube e que nunca era chamado para nada.

O técnico do Grêmio, Renato Portaluppi, lamentou nesta sexta-feira a demissão do coordenador técnico Valdir Espinosa, na véspera. E o próprio treinador garantiu que não haverá crise neste momento: "Mas queria falar para vocês que ouvi falarem de crise". "Enquanto eu estiver no Grêmio não tem crise. A única que pode entrar é no momento que o clube não conseguir mais vitórias", comentou.

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