Trump defende postura "dura e decisiva" contra ameaça norte-coreana

Trump defende postura

"A unanimidade dos membros do Conselho de Segurança em relação aos últimos testes com mísseis de Pyongyang mostra a unidade e determinação em levar de novo a Coreia do Norte à mesa de negociação", afirmou o embaixador francês na ONU, Francois Delattre.

"Cobraremos o preço devido aos Estados Unidos pelo seu odioso crime contra a nossa nação e o nosso povo", diz texto publicado pela agência estatal norte-coreana Kcna.

Todos os países deverão garantir que suas empresas e cidadãos não adquiram esses produtos de setores-chave na economia norte-coreana, que o Conselho de Segurança critica por serem "utilizados para financiar programas ilícitos".

"Essas sanções não são direcionadas às pessoas da Coreia do Norte", afirmou o diplomata.

- As ações dos Estados Unidos fecharam em queda nesta terça-feira, depois de uma venda tardia conforme os investidores buscavam segurança depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu responder agressivamente a qualquer ameaça da Coreia do Norte.

No entanto, "a comunidade de inteligência acredita que a Coreia do Norte produziu armas nucleares que podem ser inseridas nos mísseis balísticos intercontinentais", segundo um trecho do relatório.

Tillerson deu essas declarações um dia depois de um encontro incomum entre os chefes da diplomacia das duas Coreias.

Segundo outro relatório oficial norte-americano, o líder norte-coreano Kim Jong-Un dispõe de cerca de 60 bombas nucleares, observou o jornal The Washington Post, que destacou, no entanto, que muitos peritos consideram que este número é muito elevado. Ambos poderiam ter vetado a resolução.

O projeto de resolução também adicionaria nove indivíduos e quatro entidades à lista negra da ONU, incluindo o principal banco de câmbio da Coreia do Norte, submetendo-os a um congelamento global de ativos e a proibição de viagens.

O chanceler de Pequim fez um apelo à retomada do "Diálogo dos Seis" (China, Estados Unidos, Rússia, Japão e as duas Coreias), apesar da paralisação das negociações há vários anos.

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