Inflação mantém-se nos 1,3% em julho

Inflação mantém-se nos 1,3% em julho

A taxa de desemprego voltou a baixar, em junho, nas médias da zona euro e também da União Europeia.

Colijn destacou a "ampla base" da expansão entre os países da zona euro, destacando o crescimento de 0,9% da Espanha entre abril e junho em relação ao primeiro trimestre, a níveis anteriores à crise econômica mundial de 2008.

De acordo com o gabinete oficial de estatísticas da UE, a taxa de desemprego foi, em junho, de 9,1% na zona euro, face aos 9,2% de maio e aos 10,1% de junho de 2016.

As quebras maiores foram em Espanha (de 19,9% para 17,1%) e na Croácia (de 13,3% para 10,6%). Na UE era 18,8% há um ano e 16,9% há dois meses.

A Alemanha registou a menor taxa de desemprego entre as pessoas com menos de 25 anos e a Grécia (45,5% em abril), a Espanha (39,2%) e a Itália (35,4%) as mais altas. Em Portugal, em junho, a taxa estava nos 23,4%, que compara com os 26,7% homólogos e os 23,9% de maio. "A taxa de inflação na Zona Euro permaneceu em 1,3% em Julho e a inflação 'core' aumentou para 1,2%, apesar de os analistas esperarem que ambas as taxas descessem", refere o Commerzbank, numa nota a investidores.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,3% na comparação anual de julho, mantendo o ritmo do mês anterior, segundo dados preliminares divulgados hoje pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat.

Aquele valor dá força aos argumentos do Banco Central Europeu (BCE), que tem optado por manter as taxas de juro e o programa de compra de ativos, apesar das críticas.

No final da reunião de 20 de julho, o presidente do BCE disse que faltam sinais convincentes de recuperação sustentada da inflação que justifiquem uma alteração da atual política.

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