Brasileiros presos no Paraguai esta semana são do PCC

Os detidos são suspeitos de terem assaltado a empresa Prosegur, em Cuidad del Este, em abril deste ano.

No fim de abril, a empresa afirmou que foram roubados US$ 11.720,255, valor superior aos US$ 8 milhões inicialmente informados. Investigações apontaram que o assalto foi liderado por membros do PCC que agem na fronteira do Brasil.

No caso do Paraguai, a cooperação de Inteligência permitiu a coleta de dados e o intercâmbio de informações.

Em meio ao arsenal apreendido com quatro supostos integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital), em Ponta Porã, agentes da PF (Polícia Federal) encontraram até um fuzil com emblema do Exército Boliviano.

A cooperação é parte de um conjunto de ações de segurança do governo brasileiro para o Rio de Janeiro, por meio do Plano Nacional de Segurança e que prevê uma atuação mais abrangente, ao incluir os outros estados brasileiros, o Distrito Federal e países vizinhos. A Polícia Nacional capturou os integrantes da facção criminosa em Pedro Juan Caballero.

Rafael Bruto Rodríguez, um dos presos, teria envolvimento com Diego Santos Silva, considerado o "cérebro" do assalto à Prosegur, morto pelos policiais brasileiros durante a fuga.

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