Índice de Preços ao Produtor registra queda de 0,21% em junho

Índice de Preços ao Produtor registra queda de 0,21% em junho

Na direção oposta, o segmento de indústrias extrativas teve o principal recuo, -6,22%, seguido por derivados de petróleo e biocombustíveis (-2,14%) e vestuário (-1,32%). Entre as atividades que, em junho/2017, tiveram as maiores variações percentuais na perspectiva deste indicador sobressaíram: indústrias extrativas (-14,94%), metalurgia (7,24%), minerais não-metálicos (-6,76%) e papel e celulose (6,17%). Já no conjunto da indústria de transformação, os preços recuaram 0,01%, após alta de 0,54% em maio.

Entre as 24 atividades industriais pesquisadas, 15 apresentaram variações positivas em junho. Os maiores aumentos foram registrados em papel e celulose (3,39%), fumo (2,00%), outros equipamentos de transporte (1,86%) e madeira (0,95%).

Em termos de influência, na comparação entre junho/2017 e maio/2017 (-0,21%), sobressaíram refino de petróleo e produtos de álcool (-0,22 p.p.), indústrias extrativas (-0,21 p.p.), papel e celulose (0,12 p.p.) e alimentos (-0,09 p.p.).

O IPP mede a evolução dos preços de produtos na "porta da fábrica", sem impostos e fretes, da indústria extrativa e de 23 setores da indústria de transformação.

Do resultado da indústria geral, -0,21%, a influência das Grandes Categorias Econômicas foi a seguinte: 0,08 p.p.de bens de capital, -0,20 p.p.de bens intermediários e -0,09 p.p.de bens de consumo.

A queda de 0,21% do IPP em junho teve contribuição de 0,08 ponto porcentual de bens de capital; -0,20 ponto porcentual de bens intermediários e -0,09 ponto porcentual de bens de consumo.

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